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Reunião Mediúnica Segundo a Bíblia e o Espiritismo

 

Moisés– O início e a base do entendimento de um Deus único.

Jesus – O amor e a compaixão incondicionais.

Allan Kardec – A interação entre os dois mundos.

Samuel Hahnemann – A interação entre o corpo e a alma e suas reações psicomentoemocionais.

Ele foi o descobridor de que as doenças são psicossomáticas devido as suas características essencialmente psicomentoemocionais.

Foi um dos Espíritos mais atuantes na Codificação da Doutrina Espírita.

Semelhante cura semelhante!

Dr. Nilo Cairo da Silva – Foi o maior divulgador e disseminador das ideias homeopáticas no Brasil.

Escreveu vários livros de Homeopatia.

Graças a ele a Homeopatia se popularizou no interior do país. E um de seus livros, o Guia de Medicina Homeopática, é usado até hoje.

Dr. Adolfo Bezerra de Menezes Cavalcanti – Foi o organizador e divulgador do espiritismo nascente no Brasil e também do tratamento homeopático pela mediunidade.

Foi um médico, militar, escritor, jornalista, político, filantropo e expoente da Doutrina Espírita.

Conhecido também como O Médico dos Pobres.

Médiuns Brasileiros – Espíritos reencarnados com o compromisso de dar continuidade ao trabalho de esclarecimento espiritual e iluminação da humanidade neste celeiro de luz que é o Brasil.

Do Brasil para o Mundo, Com Amor e Responsabilidade!

Mentores Espirituais Espíritas – Espíritos que já entenderam a importância de trabalhar na seara de Jesus, amando, perdoando e servindo, para ajudar a impulsionar o progresso ético e moral da humanidade, para que ambos, Médiuns e Mentores possam sublimar seus sentimentos, entendendo que todos somos irmãos perante Deus, Nosso Pai!

 

Controle a sua mente,

Eduque seus conflitos e

Evangelize seus sentimentos.

Ana Barylova

 

Jesus sobe ao Monte -Mateus 18; 19 a 20

Seis dias depois, tomou Jesus consigo a Pedro, e a Tiago, e a João, seu irmão, e os conduziu em particular a um alto monte. E transfigurou-se diante deles; e o seu rosto resplandeceu como o sol, e as suas vestes se tornaram brancas como a luz.

E, estando ele ainda a falar, eis que uma nuvem luminosa os cobriu. E da nuvem saiu uma voz que dizia: Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo; escutai-o.

         E os discípulos, ouvindo isso, caíram sobre seu rosto e tiveram grande medo.

          E, estando ele ainda a falar, eis que uma nuvem luminosa os cobriu. E da nuvem saiu uma voz que dizia: Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo; escutai-o.

         E os discípulos, ouvindo isso, caíram sobre seu rosto e tiveram grande medo.

         E, aproximando-se Jesus, tocou-lhes e disse:

          – Levantai-vos e não tenhais medo.

         E, erguendo eles os olhos, ninguém viram, senão a Jesus.

         E, aproximando-se Jesus, tocou-lhes e disse:

          – Levantai-vos e não tenhais medo.

         E, erguendo eles os olhos, ninguém viram, senão a Jesus.

          E, descendo eles do monte, Jesus lhes ordenou, dizendo:

         – A ninguém conteis a visão até que o Filho do Homem seja ressuscitado dos mortos.

         E os seus discípulos o interrogaram, dizendo:

         – Por que dizem, então, os escribas que é mister que Elias venha primeiro?

         E Jesus, respondendo, disse-lhes:

         – Em verdade Elias virá primeiro e restaurará todas as coisas. Mas digo-vos que Elias já veio, e não o conheceram, mas fizeram-lhe tudo o que quiseram. Assim farão eles também padecer o Filho do Homem.

         Então, entenderam os discípulos que lhes falara de João Batista.

         Também vos digo que, se dois de vós concordarem na terra acerca de qualquer coisa que pedirem, isso lhes será feito por meu Pai, que está nos céus. Porque onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles.

 

Jesus e os Discípulos – João 13; 34 e 35

Um novo mandamento vos dou: Que vos ameis uns aos outros; como eu vos amei a vós, que também vós uns aos outros vos ameis.

Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros.

 

A Luz Brilha Para Todos

Somos Espíritos milenares que caminhamos penosamente sobre a Terra e já caminhamos por outros Planetas ao longo de muitos milênios, buscando a nossa melhoria íntima e o nosso aperfeiçoamento moral, mas somos defrontados por inimigos muito íntimos que moram em nosso interior mesmo, tais quais: a vaidade, o orgulho, a ganância, a ambição, a intransigência e a incredulidade, mesmo que tudo isso se traduza em egoísmo, mas tem suas variadas faces em cada época de nossas vivências quando reencarnado e em agrupamentos afins no plano espiritual. (…)

Gelson

 

Vir para o Brasil

Quando fomos convidados a vir para o Brasil, ficamos felizes pela oportunidade de trabalho e procuramos aperfeiçoar as técnicas de melhor servir e produzir com mais sucesso na obra do Bem.

Foi-nos oferecido uma equipe de trabalho e uma casa com trabalhadores, com experiência, com conhecimento e com estrutura compatíveis com o tamanho da obra e em caso de necessidade de reforços, estes serão oferecidos incondicionalmente, (…)

Unamo-nos em prol do Bem e as luzes…. Yakov

 

Evangelho Segundo o Espiritismo

Cap. II

  1. A ideia clara e precisa que se faça da vida futura proporciona inabalável fé no porvir, fé que acarreta enormes consequências sobre a moralização dos homens, porque muda completamente o ponto de vista sob o qual encaram eles a vida terrena. Para quem se coloca, pelo pensamento, na vida espiritual, que é indefinida, a vida corpórea se torna simples passagem, breve estada num pai ingrato. As vicissitudes e tribulações dessa vida não passam de incidentes que ele suporta com paciência, por sabê-las de curta duração, devendo seguir-se-lhes um estado mais ditoso. A morte nada mais restará de aterrador; deixa de ser a porta que se abre para o nada e torna-se a que dá para a libertação, pela qual entra o exilado numa mansão de bem-aventurança e de paz. Sabendo temporária e não definitiva a sua estada no lugar onde se encontra, menos atenção presta às preocupações da vida, resultando-lhe daí uma calma de espírito que tira àquela muito do seu amargor.
  2. Se toda a gente pensasse dessa maneira, dir-se-ia, tudo na Terra periclitaria, porquanto ninguém mais se iria ocupar com as coisas terrenas. Não; o homem, instintivamente, procura o seu bem-estar e, embora certo de que só por pouco tempo permanecerá no lugar em que se encontra, cuida de estar aí o melhor ou o menos mal que lhe seja possível. Ninguém há que, dando com um espinho debaixo de sua mão, não a retire, para se não picar. Ora, o desejo do bem-estar força o homem a tudo melhorar, impelido que é pelo instinto do progresso e da conservação, que está nas leis da Natureza. Ele, pois, trabalha por necessidade, por gosto e por dever, obedecendo, desse modo, aos desígnios da Providência que, para tal fim, o pôs na Terra. Simplesmente, aquele que se preocupa com o futuro não liga ao presente mais do que relativa importância e facilmente se consola dos seus insucessos, pensando no destino que o aguarda.

 

O Espiritismo dilata o pensamento e lhe rasga horizontes novos.
Prece para as Reuniões espíritas
(Evangelho Segundo o Espiritismo, cap. XXVIII)
  1. Onde quer que se encontrem duas ou três pessoas reunidas em meu nome, eu com elas estarei. (S. MATEUS, cap. XVIII, v. 20.)
  2. PREFÁCIO. Estarem reunidas, em nome de Jesus, duas, três ou mais pessoas, não quer dizer que basta se achem materialmente juntas. É preciso que o estejam espiritualmente, em comunhão de intentos e de idéias, para o bem. Jesus, então, ou os Espíritos puros, que o representam, se encontrarão na assembleia, O Espiritismo nos faz compreender como podem os Espíritos achar-se entre nós. Comparecem com seu corpo fluídico ou espiritual e sob a aparência que nos levaria a reconhecê-los, se se tornassem visíveis. Quanto mais elevados são na hierarquia espiritual, tanto maior é neles o poder de irradiação. É assim que possuem o dom da ubiquidade e que podem estar simultaneamente em muitos lugares, bastando para isso que enviem a cada um desses lugares um raio de suas mentes.

Dizendo as palavras acima transcritas, quis Jesus revelar o efeito da união e da fraternidade. O que o atrai não é o maior ou menor número de pessoas que se reúnam, pois, em vez de duas ou três, houvera ele podido dizer dez ou vinte, mas o sentimento de caridade que reciprocamente as anime. Ora, para isso, basta que elas sejam duas. Contudo, se essas duas pessoas oram cada uma por seu lado, embora dirigindo-se ambas a Jesus, não há entre elas comunhão de pensamentos, sobretudo se ali não estão sob o influxo de um sentimento de mútua benevolência. Se se olham com prevenção, com ódio, inveja ou ciúme, as correntes fluídicas de seus pensamentos, longe de se conjugarem por um comum impulso de simpatia, repelem-se. Nesse caso, não estarão reunidas em nome de Jesus, que, então, não passa de pretexto para a reunião, não o tendo esta por verdadeiro motivo. (Cap. XXVII, nº 9.)

Isso não significa que ele se mostre surdo ao que lhe diga uma única pessoa; e se ele não disse: “Atenderei a todo aquele que me chamar”, é que, antes de tudo, exige o amor do próximo; e desse amor mais provas podem dar-se quando são muitos os que exoram, com exclusão de todo sentimento pessoal, e não um apenas. Segue-se que, se, numa assembleia numerosa, somente duas ou três pessoas se unem de coração, pelo sentimento de verdadeira caridade, enquanto as outras se isolam e se concentram em pensamentos egoísticos ou mundanos, ele estará com as primeiras e não com as outras. Não é, pois, a simultaneidade das palavras, dos cânticos ou dos atos exteriores que constitui a reunião em nome de Jesus, mas a comunhão de pensamentos, em concordância com o espírito de caridade que ele personifica. (Capítulo X, nº 7 e nº 8; cap. XXVII, nº 2 a nº 4.)

Tal o caráter de que devem revestir-se as reuniões espíritas sérias, aquelas em que sinceramente se deseja o concurso dos bons Espíritos.

 

  1. Prece. (Para o começo da reunião.) – Ao Senhor Deus onipotente suplicamos que envie, para nos assistirem, Espíritos bons; que afaste os que nos possam induzir em erro e nos conceda a luz necessária para distinguirmos da impostura a verdade.

Afasta, igualmente, Senhor, os Espíritos malfazejos, encarnados e desencarnados, que tentem lançar entre nós a discórdia e desviar-nos da caridade e do amor ao próximo. Se procurarem alguns deles introduzir-se aqui, faze não achem acesso no coração de nenhum de nós.

Bons Espíritos que vos dignais de vir instruir-nos, tornai-nos dóceis aos vossos conselhos; preservai-nos de toda idéia de egoísmo, orgulho, inveja e ciúme; inspirai-nos indulgência e benevolência para com os nossos semelhantes, presentes e ausentes, amigos ou inimigos; fazei, em suma, que, pelos sentimentos de que nos achemos animados, reconheçamos a vossa influência salutar.

Dai aos médiuns que escolherdes para transmissores dos vossos ensinamentos, consciência do mandato que lhes é conferido e da gravidade do ato que vão praticar, a fim de que o façam com o fervor e o recolhimento precisos.

Se, em nossa reunião, estiverem pessoas que tenham vindo impelidas por sentimentos outros que não os do bem, abri-lhes os olhos à luz e perdoai-lhes, como nós lhes perdoamos, se trouxerem malévolas intenções.

Pedimos, especialmente, ao Espírito N…, nosso guia espiritual, que nos assista e por nós vele.

 

  1. (Para o fim da reunião.) – Agradecemos aos bons Espíritos que se dignaram de comunicar-se conosco e lhes rogamos que nos ajudem a pôr em prática as instruções que nos deram e façam que, ao sair daqui, cada um de nós se sinta fortalecido para a prática do bem e do amor ao próximo.

Também desejamos que as suas instruções aproveitem aos Espíritos sofredores, ignorantes ou viciosos, que tenham participado da nossa reunião e para os quais imploramos a misericórdia de Deus.

  

Prece Para os Para os médiuns

  1. Nos últimos tempos, diz o Senhor, difundirei do meu Espírito sobre toda carne; vossos filhos e filhas profetizarão; vossos jovens terão visões e vossos velhos, sonhos. Nesses dias, difundirei do meu Espírito sobre os meus servidores e servidoras, e eles profetizarão. (Atos, cap. II, vv. 17 e 18.) (1)

 

  1. PREFÁCIO. Quis o Senhor que a luz se fizesse para todos os homens e que em toda a parte penetrasse a voz dos Espíritos, a fim de que cada um pudesse obter a prova da imortalidade. Com esse objetivo é que os Espíritos se manifestam hoje em todos os pontos da Terra e a mediunidade se revela em pessoas de todas as idades e de todas as condições, nos homens como nas mulheres, nas crianças como nos velhos. É um dos sinais de que chegaram os tempos preditos.

Para conhecer as coisas do mundo visível e descobrir os segredos da Natureza material, outorgou Deus ao homem a vista corpórea, os sentidos e instrumentos especiais. Com o telescópio, ele mergulha o olhar nas profundezas do espaço, e, com o microscópio, descobriu o mundo dos infinitamente pequenos. Para penetrar no mundo invisível, deu-lhe a mediunidade.

Os médiuns são os intérpretes incumbidos de transmitir aos homens os ensinos dos Espíritos; ou, melhor, são os órgãos materiais de que se servem os Espíritos para se expressarem aos homens por maneira inteligível. Santa é a missão que desempenham, visto ter por fim rasgar os horizontes da vida eterna.

Os Espíritos vêm instruir o homem sobre seus destinos, a fim de o reconduzirem à senda do bem, e não para o pouparem ao trabalho material que lhe cumpre executar neste mundo, tendo por meta o seu adiantamento, nem para lhe favorecerem a ambição e a cupidez. Aí têm os médiuns o de que devem compenetrar-se bem, para não fazerem mau uso de suas faculdades. Aquele que, médium, compreende a gravidade do mandato de que se acha investido, religiosamente o desempenha. Sua consciência lhe profligaria, como ato sacrílego, utilizar por divertimento e distração, para si ou para os outros, faculdades que lhe são concedidas para fins sobremaneira sérios e que o põem em comunicação com os seres de além-túmulo.

Como intérpretes do ensino dos Espíritos, têm os médiuns de desempenhar importante papel na transformação moral que se opera. Os serviços que podem prestar guardam proporção com a boa diretriz que imprimam às suas faculdades, porquanto os que enveredam por mau caminho são mais nocivos do que úteis à causa do Espiritismo. Pela má impressão que produzem, mais de uma conversão retardam. Terão, por isso mesmo, de dar contas do uso que hajam feito de um dom que lhes foi concedido para o bem de seus semelhantes.

O médium que queira gozar sempre da assistência dos bons Espíritos tem de trabalhar por melhorar-se. O que deseja que a sua faculdade se desenvolva e engrandeça tem de se engrandecer moralmente e de se abster de tudo o que possa concorrer para desviá-la do seu fim providencial.

Se, às vezes, os Espíritos bons se servem de médiuns imperfeitos, é para dar bons conselhos, com os quais procuram fazê-los retomar a estrada do bem. Se, porém, topam com corações endurecidos e se suas advertências não são escutadas, afastam-se, ficando livre o campo aos maus. (Cap. XXIV, n° 11 e 12.)

Prova a experiência que, da parte dos que não aproveitam os conselhos que recebem dos bons Espíritos, as comunicações, depois de terem revelado certo brilho durante algum tempo, degeneram pouco a pouco e acabam caindo no erro, na vertigem, ou no ridículo, sinal incontestável do afastamento dos bons Espíritos.

Conseguir a assistência destes, afastar os Espíritos levianos e mentirosos tal deve ser a meta para onde convirjam os esforços constantes de todos os médiuns sérios. Sem isso, a mediunidade se torna uma faculdade estéril, capaz mesmo de redundar em prejuízo daquele que a possua, pois pode degenerar em perigosa obsessão.

O médium que compreende o seu dever, longe de se orgulhar de uma faculdade que não lhe pertence, visto que lhe pode ser retirada, atribui a Deus as boas coisas que obtém. Se as suas comunicações receberem elogios, não se envaidecerá com isso, porque as sabe independentes do seu mérito pessoal; agradece a Deus o haver consentido que por seu intermédio bons Espíritos se manifestassem. Se dão lugar à crítica, não se ofende, porque não obra do seu próprio Espírito. Ao contrário, reconhece no seu íntimo que não foi um instrumento bom e que não dispõe de todas as qualidades necessárias a obstar a imiscuência dos Espíritos maus. Cuida, então, de adquirir essas qualidades e suplica, por meio da prece, as forças que lhe faltam.

__________

(1) Confrontando o v. 18 de Atos, cap. II com o correspondente de Joel, II, 29, notamos que, na transcrição da profecia para o Novo Testamento, há uma diferença: Pela profecia, trata-se de servos e servas (escravos e escravas) dos homens e não de Deus, como se acha na transcrição. Eis o texto dos versículos, nas duas traduções mais modernas e fiéis: a Brasileira e a do Esperanto, as quais estão de acordo também com a Inglesa:

Joel, II, 29: “Também sobre os servos e sobre as servas naqueles dias derramarei o meu Espírito” – Atos,, II, 18: “E, sobre os meus servos e sobre as minhas servas derramarei do meu Espírito naqueles dias, e profetizarão.”

Na tradução em Esperanto ainda está mais claro que se trata até dos escravos e escravas dos homens, e não de servos de Deus. Ei-la: “Joel, II, 29: Ec sur la sklavojn kaj sur la sklavinoju Mi en tiu tempo el versos Mian Spiriton!” – Atos, II, 18: “Kaj eê sur Miajn sklavojn kaj Miajn sklavinojn en tiu tempo Mi elversos Mian spiriton, kaj ili profetos.”

Até os escravos e escravas (dos homens) receberão o Espírito, não somente os servos e servas de Deus (sacerdotes e sacerdotisas). A profecia em sua forma original está-se cumprindo em nossos dias porque a mediunidade brota em todas as classes, até nas pessoas mais humildes e obscuras, e não somente, como faz supor o texto de Atos, entre os sacerdotes (servos de Deus). – Nota da Editora da FEB, em 1947.

 

  1. Prece. – Deus onipotente, permite que os bons Espíritos me assistam na comunicação que solicito. Preserva-me da presunção de me julgar resguardado dos Espíritos maus; do orgulho que me induza em erro sobre o valor do que obtenha; de todo sentimento oposto à caridade para com outros médiuns. Se cair em erro, inspira a alguém a ideia de me advertir disso e a mim a humildade que me faça aceitar reconhecido a crítica e tomar como endereçados a mim mesmo, e não aos outros, os conselhos que os bons Espíritos me queiram ditar.

Se for tentado a cometer abuso, no que quer que seja, ou a me envaidecer da faculdade que te aprouve conceder-me, peço que ma retires, de preferência a consentires seja ela desviada do seu objetivo providencial, que é o bem de todos e o meu próprio avanço moral.

Allan Kardec, Evangelho Segundo o Espiritismo, Editora FEB.

 

Reuniões Mediúnicas

Projeto Manoel Philomeno de Miranda

Consciência e Mediunidade

Vivência Mediúnica

Reuniões Mediúnicas

Qualidade na Prática Mediúnica

Atendimento Fraterno

Estudando o Livro dos Médiuns

Terapia Pelos Passes

Passes: Aprendendo com os Espíritos

 

 

A Proposta

A proposta da Doutrina Espírita, codificada por Allan Kardec é dar ao ser humano a ideia de responsabilidade frente a vida, pois como a vida é eterna e uma existência é continuidade da anterior e servirá de base para a próxima existência, mostrando-nos a reencarnação como um processo de purificação e educação do Espírito, seguindo os ditames das Leis de Deus.

Ao estudá-la você passa compreender e entender melhor a si mesmo e vê o que você pode fazer por se melhorar, melhorando o meio ambiente fisiopsíquico em que você está inserido.

O Céu e o Inferno

OU

A JUSTIÇA DIVINA SEGUNDO O ESPIRITISMO

 Exame comparado das doutrinas sobre a passagem da vida corporal à vida espiritual, sobre as penalidades e recompensas futuras, sobre os anjos e demônios, sobre as penas, etc., seguido de numerosos exemplos acerca da situação real da alma durante e depois da morte.

  

Capítulo XXIX

DAS REUNIÕES E DAS SOCIEDADES ESPÍRITAS

– Das reuniões em geral.

– Das Sociedades propriamente ditas.

– Assuntos de estudo.

– Rivalidades entre as Sociedades.

 

  1. As reuniões espíritas oferecem grandíssimas vantagens, por permitirem que os que nelas tomam parte se esclareçam, mediante a permuta das ideias, pelas questões e observações que se façam, das quais todos aproveitam. Mas, para que produzam todos os frutos desejáveis, requerem condições especiais, que vamos examinar, porquanto erraria quem as comparasse às reuniões ordinárias. Todavia, sendo, afinal, cada reunião um todo coletivo, o que lhes diz respeito decorre naturalmente das precedentes instruções. Cabe-lhes tomarem as mesmas precauções e preservarem-se dos mesmos escolhos que os indivíduos. Essa a razão por que colocamos em último lugar esse capítulo.

Elas apresentam caracteres muito diferentes, conforme o fim com que se realizam; por isso mesmo, suas condições intrínsecas também devem diferir. Segundo o gênero a que pertençam, podem ser frívolas, experimentais, ou instrutivas.

 

O Cântaro da Alma

A Doutrina Espírita é o cântaro de água pura que refrigera a alma dos que estão perdidos no deserto da dúvida e da falta de evangelização dos seus próprios sentimentos.

A Doutrina Espírita é o bálsamo que ampara e socorre o viajor no deserto das dúvidas e angústias de cada dia, mas com o cântaro das boas ações vazio, portanto ele está sedento da água que sacia a sede da alma: as ações no Bem. Yakov

 

O LIVRO DOS MÉDIUNS – Allan Kardec – Capítulo XVI – 197

“É incontestável, bem o sentis, que, epilogando assim as qualidades e os defeitos dos médiuns, isto suscitará contrariedades e até a animosidade de alguns; mas, que importa? A mediunidade se espalha cada vez mais e o médium que levasse a mal estas reflexões, apenas uma coisa provaria: que não é bom médium, isto é, que tem a assisti-lo Espíritos maus. Ao demais, como já eu disse, tudo isto será passageiro e os maus médiuns, os que abusam, ou usam mal de suas faculdades, experimentarão tristes consequências, conforme já se tem dado com alguns. Aprenderão à sua custa o que resulta de aplicarem, no interesse de suas paixões terrenas, um dom que Deus lhes outorgara unicamente para o adiantamento moral deles. Se os não puderdes reconduzir ao bom caminho, lamentai-os, porquanto, posso dizê-lo, Deus os reprova.” – (ERASTO.)

 

“Este quadro é de grande importância, não si para os médiuns sinceros que, lendo-o, procurarem de boa-fé preservar-se dos escolhos a que estão expostos, mas também para todos os que se servem dos médiuns, porque lhes dará a medida do que podem racionalmente esperar. Ele deverá estar constantemente sob as vistas de todo aquele que se ocupa de manifestações, do mesmo modo que a escala espírita, a que serve de complemento. Esses dois quadros reúnem todos os princípios da Doutrina e contribuirão, mais do que o supondes, para trazer o Espiritismo ao verdadeiro caminho.” (SÓCRATES.)

 

Você sabe o que é o Evangelho Segundo o Espiritismo?

É o Evangelho de Jesus explicado pelos Espíritos Superiores e organizado e editado por Allan Kardec.

A Vida na Terra

A Terra é um grande hospital onde o remédio dado aos seus doentes é o trabalho.

Mas ainda existem alguns que pensam que estão em um parque de diversões, e brincam com os sentimentos alheios, pois estão esquecidos de que estas atitudes são como semear espinhos no próprio caminho. Em um dado momento estas pessoas serão feridas na própria alma e gemerá com a dor moral que o assolará o coração.

Enquanto os que trabalham pelo seu pão, pelo progresso, pelo Bem, colherão as pétalas que lhe perfumarão a alma.

Reflita: o que você está semeando?

Terezina Cordeiro Garcia.

 

O Livro dos Médiuns

Espiritismos Experimental

O Livro dos Médiuns ou Guia dos Médiuns e dos Evocadores.

O melhor e mais completo manual de exorcismo!

O que é mediunidade?

Como se lida com ela?

Como os Espíritos influenciam a nossa vida?

Fé, Trabalho, Estudo e Oração: o maior de todos os remédios!

 

Organização dos Estudos da AME.
A AME orienta que as casas Espíritas tenham os seguintes Departamentos:
DAJ – Departamento de Apoio à Juventude

DAF – Departamento de Apoio à Família.

DAPSE – Departamento de Assistência e Promoção Social Espírita

DATES – Departamento de Atendimento Espiritual

DCSE – Departamento de Comunicação Social Espírita.

DDD – Departamento de Divulgação Doutrinária

DEC – Departamento de Evangelização da Criança

DEME – Departamento de Estudo Minucioso do Evangelho.

DESDE – Departamento de Estudo Sistematizado da Doutrina Espírita

DOM – Departamento de Orientação Mediúnica

CEM – Conselho Espírita Municipal

O Conselho Espírita Municipal é composto pelas Casa Espíritas do município onde estão situadas.

 

Para a Casa Espírita ter uma Reunião Mediúnica bem orientada, ela precisa ter a sua estrutura física e espiritual bem definida, mas para isso precisa ter uma boa organização das atividades sociais e dos estudos com disciplina, bem como uma regular e organizada assistência social.

Local da reunião mediúnica, faz parte da estrutura física – deve ser um local exclusivo para a Reunião Mediúnica.

– Os Integrantes da Reunião Mediúnica devem ter vínculos com as Atividades da Casa Espírita por pelo menos ‘X’ meses e o Nº de integrantes são de 7 a 14

– Tempo de reunião é de 1h de estudo e no máximo 1h de prática (O normal é de 0:30 e 0:30h)

Assuntos da Reunião – pautados no estudo realizado em obras de: Emmanuel, Evangelho, Livro dos Espíritos e outras Obras de Moral Evangélica consagradas no meio Espírita.

 

Allan Kardec

Hippolyte Léon Denizard Rivail

O Codificador da Doutrina Espírita

A Filosofia de vida que nos dá a dimensão da responsabilidade no PRESENTE e ensina a conquistar o FUTURO, mas lembra-nos que existe um PASSADO.

Tudo divinamente interligado!

O Futuro começa Hoje!

 

Gelson Garcia de Carvalho

www.kardeceespiritismo.com.br/mediunidade

 

Nossas Playlists (PL) – Cada PL é um capítulo – Você pode buscar no YouTube por:

Gelson – E. S. E. Cap – PL (Evangelho)

Gelson – O Livro dos Médiuns – PL

Gelson – Crianças Índigo e Cristais – PL

Gelson – Vida Extraterreste – PL

Gelson – Desobsessão – PL             

Gelson – Mentalização – PL

Gelson – Eventos – PL                      

Gelson – Belas Paisagens1 – PL

Gelson – Prece e Oração – PL                         

Gelson – Estudo – PL

Gelson – Pensamento e Vida – PL

Gelson – Organon – PL

Gelson – Homeopatia – PL

Gelson – Coleta Seletiva – PL

Gelson – COEREN – PL

Palestras –  – Gelson – PL

 

 

 

Reunião Mediúnica

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