Mecanismo da Mediunidade

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Jesus e mediunidade

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Jesus e mediunidade 

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DIVINA MEDIUNIDADE — Em nos reportando a qualquer estudo da mediunidade, não podemos olvidar que, em Jesus, ela assume todas as características de exaltação divina. (19) DIVINA MEDIUNIDADE — Em nos reportando a qualquer estudo da mediunidade, precisamos entender que, em Jesus, ela assume todas as características de exaltação divina. (19)
  Desde a chegada do Excelso Benfeitor ao Planeta, observa-se-lhe o pensamento sublime penetrando o pensamento da Humanidade. Desde a aproximação do Excelso Benfeitor do Planeta, observa-se-lhe o pensamento sublime penetrando o pensamento da Humanidade e mudando a forma de agir com relação a si mesmo e ao outro.
Dir-se-ia que no estábulo se reúnem pedras e arbustos, animais e criaturas humanas, representando os diversos reinos da evolução terrestre, para receber-lhe o primeiro toque mental de aprimoramento e beleza. Ampliando o entendimento o nosso entendimento André Luiz nos mostra uma nova realidade: o seu toque de amor irradiando no estábulo onde nasceu e envolveu a todos os reinos indistintamente. Aprimorando-os para os séculos vindouros.
Casam-se os hinos singelos dos pastores aos cânticos de amor nas vozes dos mensageiros espirituais, saudando Aquele que vinha libertar as nações, não na forma social que sempre lhes será vestimenta às necessidades de ordem coletiva, mas no ádito das almas, em função da vida eterna. Os hinos de louvor se fazem ouvir na atmosfera de paz que passa a reinar em torno Dele, seja nas vozes dos pastores presentes ou na dos mensageiros espirituais que tutelam a sua existência na Terra, todos os saúdam, pois Ele é o que veio libertar a alma das nações do jugo do egoísmo mostrando a eternidade da alma e a certeza de que as Leis de Deus agem em todos os instantes em quem as negligencia e em quem as respeita. As normas sociais, necessárias à ordem coletiva de cada país vão se ajustando ao influxo do seu amor e à capacidade de cada um receber a sua mensagem no imo da alma.
Antes dele, grandes comandantes da ideia haviam pisado o chão do mundo, influenciando multidões. Antes dele, os grandes comandantes influenciavam multidões a agirem sobre o influxo de ideias belicosas e insensatas. Mas ele laçou ideias de solidariedade, compaixão e amor.
Guerreiros e políticos, filósofos e profetas alinhavam-se na memória popular, recordados como disciplinadores e heróis, mas todos desfilaram com exércitos e fórmulas, enunciados e avisos, em que se misturam retidão e parcialidade, sombra e luz. Guerreiros e políticos, filósofos e profetas alinhavam-se na memória popular, agindo como disciplinadores e heróis, mas todos traziam consigo exércitos, fórmulas, enunciados e avisos, mas sem falar à alma do amor que tudo transcende, apenas cobravam em um misto de retidão, parcialidade, sombra e um pouco de luz, mas inexistia o exemplo do amor puro e desprovido de interesse pessoal.
Ele chega sem qualquer prestígio de autoridade humana, mas, com a sua magnitude moral, imprime novos rumos à vida, por dirigir-se, acima de tudo, ao espírito, em todos os climas da Terra. Ele chega sem qualquer prestígio de autoridade humana, mas, com a sua magnitude moral, imprime novos rumos à vida dos seres, por dirigir-se, acima de tudo, ao espírito, em todos os climas da Terra, imprimindo a idéia de responsabilidade pessoal na consciência de todos, independente do nível momentâneo de entendimento.
Transmitindo as ondas mentais das Esferas Superiores de que procede, transita entre as criaturas, despertando-lhes as energias para a Vida Maior, como que a tanger-lhes as fibras recônditas, de maneira a harmonizá-las com a sinfonia universal do Bem Eterno. Procedente das Esferas Superiores, ele transmite   as ondas mentais que lhes são inerentes entre as criaturas da Terra e desperta-lhes as energias do entendimento para a Vida Maior. Com isso, pôde despertar em todos, os germens dos ideias da sinfonia universal do Bem Eterno, prontos a despertarem no momento oportuno a cada um de seus tutelados.
(19) Em “A Gênese” (págs. 293 e 294, FEB, 12ª edição). Anota Allan Kardec, com referência aos fenômenos da mediunidade em Jesus:
“Agiria como médium nas curas que operava? Poder-se-á considerá-lo poderoso médium curador? Não, porquanto o médium é um intermediário, um instrumento de que se servem os Espíritos desencarnados e o Cristo não precisava de assistência, pois que era ele quem assistia os outros. Agia por si mesmo, em virtude do seu poder pessoal, como o podem fazer, em certos casos, os encarnados, na medida de suas forças. Que Espírito, ao demais, ousaria insuflar-lhe seus próprios pensamentos e encarregá-lo de os transmitir? Se algum influxo estranho recebia, esse só de Deus lhe poderia vir. Segundo definição dada por um Espírito, ele era médium de Deus.” — (Nota indicada   pelo Autor espiritual)
(19) “A Gênese”, de Allan Kardec, é um livro que nos abre o entendimento sobre os fenômenos espiritualistas ou espíritas de uma forma geral, pois ele se propõe a ajudar-nos a transcender o raciocínio sobre as coisas espirituais e vai além do que era entendido em sua época.

Um dos seus propósitos é explicar os milagres que Jesus operava.

Neste propósito, devemos entender que Allan Kardec e os demais encarnados que colaboravam com ele, bem como a equipe espiritual que lhe davam suporte, deram o primeiro passo para facilitar o nosso entendimento, mas hoje, após estudarmos as Obras Básicas e André Luiz que explicou um pouco mais, dando-nos condições de entender mais um pouco, e ainda temos os exemplos de efeitos físicos produzidos por Satia Sai Baba, que ampliam bem mais o nosso entendimento do que poderia ter feito Jesus.

Portanto, se Satia Sai Baba fazia o que fazia, imaginem o que Jesus poderia fazer, fez e o que inexistia recursos para nos relatar tudo?

Precisamos entender como Ele produzia os fenômenos de cura, se Ele era ajudado por um Espírito, por Deus ou por uma falange de Espíritos de Luz, irá manter a Sua grandeza do mesmo jeito, pois Ele era o centro dos fenômenos e nenhum outro os conseguia e conseguiu da mesma forma. O que importa, é entendermos que a energia espiritual associada a uma substância produzida pelo corpo do Médium curador ou por quem se predispõe a doar-se ao outro por um ato de amor, irá produzir efeitos proporcionais à sua capacidade de produzir tal substância e amar, ou seja, de absorver e distribuir a energia essencial que emana de Deus associada ao que ele produz.

Jesus é uma mente muitíssimo disciplinada e, portanto, capaz de produzir fenômenos estranhos ao nosso entendimento. Assim sendo, precisamos entender os ensinamentos Dele, pois a partir daí fica mais fácil entendermos que Ele possui poder de ajudar a quem quer que seja, mesmo estando no Plano Espiritual Superior.

MÉDIUNS PREPARADORES — Para recepcionar o influxo mental de Jesus, o Evangelho nos dá notícias de uma pequena congregação de médiuns, à feição de transformadores elétricos conjugados, para acolher-lhe a força e armazená-la, de princípio, antes que se lhe pudessem canalizar os recursos. MÉDIUNS PREPARADORES — Para recepcionar o influxo mental de Jesus, isto é, para preparar o povo hebreu para a chegada do Mestre, um pequeno grupo de médiuns o precedeu desde todos os tempos, mas próximo ao seu nascimento no Planeta vieram alguns com o objetivo de anunciar seu advento, como nos relata o Evangelho sobre esta pequena congregação de médiuns, à feição de transformadores elétricos conjugados, para acolher-lhe a força e armazená-la, de princípio, antes que se lhe pudessem canalizar os recursos.
E longe de anotarmos aí a presença de qualquer instrumento psíquico menos seguro do ponto de vista moral, encontramos importante núcleo de medianeiros, desassombrados na confiança e corretos na diretriz. E neste grupo de medianeiros que antecedem o Cristo, deparamos com pessoas com muita segurança moral, desassombrados na confiança em Deus e corretos na diretriz de suas vidas.
Informamo-nos, assim, nos apontamentos da Boa Nova, de que Zacarias e Isabel, os pais de João Batista, precursor do Médium Divino, “eram ambos justos perante Deus, andando sem repreensão, em todos os mandamentos e preceitos do Senhor» (20), Informamo-nos, assim, nos apontamentos da Boa Nova, de que Zacarias e Isabel “eram ambos justos perante Deus, andando sem repreensão, em todos os mandamentos e preceitos do Senhor” (20), foram os pais de João Batista, o médium audaz e precursor do Médium Divino, que provou da fúria dos que estavam dispostos a impedir a propagação da Luz e do amor no solo da Terra. Mas ele, corajosamente, cumpriu sua missão preparando vários seguidores do Mestre.
(20) Lucas, capítulo 1, versículo 5. (20) Todo o capítulo é um hino à Mediunidade edificante de um trabalhador do Senhor e respeitador das ordens dos Espíritos Superiores.
que Maria, a jovem simples de Nazaré, que acolheria o Embaixador Celeste nos braços maternais, se achava «em posição de louvor diante do Eterno Pai» (21), Maria, a jovem simples de Nazaré, preparada para a missão de acolher e educar o Embaixador Celeste nos braços maternais, se achava “em posição de louvor diante do Eterno Pai”.
Ela esteve o tempo todo disposta ao sacrifício de si mesma para servir à causa do Pai e pode ouvir a voz dos anjos que a anunciou o advento do Mestre e a pôs a par de vários acontecimentos no decorrer de sua vida (21).
(21) Lucas, capítulo 1, versículo 30. (21) Todo o capítulo é um hino à Mediunidade edificante de um trabalhador do Senhor e respeitador das ordens dos Espíritos Superiores. A partir do versículo 26 o aviso se dá à Maria. A Mãe Santíssima compreende a gravidade de Sua missão e segue-a.
que José da Galileia, o varão que o tomaria sob paternal tutela, «era justo» (22),

 

José da Galileia, o varão que o tomaria sob paternal tutela, “era justo” e um grande médium, sintonizado com os emissários celeste que o avisavam em sonho de acontecimentos e atitudes a tomar, inclusive a de ter de deixar Israel por um tempo (22).
(22) Mateus, capítulo 1, versículo 19. (22) Do versículo 18 ao 25, mostra a mediunidade de desdobramento ou de premunição de José. Homem justo, fiel seguidor dos avisos recebidos durante os sonhos.
que Simeão, o amigo abnegado que o aguardou em prece, durante longo tempo, «era justo e obediente a Deus» (23),  Simeão, o amigo abnegado que o aguardou em prece, durante longo tempo, “era justo e obediente a Deus”, portanto como médium das forças celestes pode ouvir os emissários celestes lhe anunciarem a vinda do Mestre (23).
(23) Lucas, capítulo 2, versículo 25. (23) Simeão ouve um Espírito Superior, que na linguagem da época se diz Espírito Santo, este Espírito lhe fala da vinda do Missionário do Amor Divino a habitar entre os homens e deixar para nós um código de Leis Eternas e imutáveis, pois contém a essência da ética e da moral que nos conduz à ascensão espiritual.
e que Ana, a viúva que o esperou em oração, no templo de Jerusalém, por vários lustros, vivia «servindo a Deus». (24) Ana, a viúva que o esperou em oração, no templo de Jerusalém, por vários lustros, vivia “servindo a Deus”.

O trabalho e a oração como elo indispensável para o médium manter a sintonia com os emissários celestes e isso era atributo inerente à vida de Ana (24).

(24) Lucas. capítulo 2, versículo 37. (24) E também estava ali a profetisa Ana, ou seja, mais uma médium, já que naquela época a palavra médium inexistia. Portanto, os que possuíam a responsabilidade de fazerem a ligação do Plano Espiritual com os homens eram chamados profetas.
Nesse grupo de médiuns admiráveis, não apenas pelas percepções avançadas que os situavam em contacto com os Emissários Celestes, mas também pela conduta irrepreensível de que forneciam testemunho, surpreendemos o circuito de forças a que se ajustou a onda mental do Cristo, para daí expandir-se na renovação do mundo. Nesse grupo de médiuns admiráveis e devidamente preparados, como podemos ver pelas suas percepções avançadas que os situavam em contato com os Emissários Celestes, mas também pela conduta irrepreensível de que forneciam testemunho, criando um potente circuito de forças a que se ajustou a onda mental do Cristo, para daí expandir-se na renovação do mundo.
EFEITOS FISICOS — Cedo começa para o Mestre Divino, erguido à posição de Médium de Deus, o apostolado excelso em que lhe caberia carrear as noções da vida imperecível para a existência na Terra. EFEITOS FÍSICOS — Ocupando à posição de Médium de Deus entre os homens, Ele começou cedo o apostolado excelso em que lhe caberia para carrear as noções da vida imperecível para a existência na Terra.

Uma vida marcada pela simplicidade, pela renúncia e pela vontade ativa nas realizações do Espírito eterno, deixando gravado na alma da Terra os mais elevados entendimentos que prevalecerão para sempre no coração da lama de seus habitantes.

Aos doze anos, assenta-se entre os doutores de Israel, «ouvindo-os e interrogando-os (25), a provocar admiração pelos conceitos que expendia e a entremostrar a sua condição de intermediário entre culturas diferentes. Aos doze anos, em uma visita a Jerusalém, “perde-se” de seus pais e acaba indo para uma área reservada do templo onde se assenta entre os doutores de Israel (25).

Ali Ele passa três dias “ouvindo-os e interrogando-os”, provocando admiração nos ouvintes pelos elevados conceitos que expendia na interpretação da Lei e nos conceitos de vida, entremostrando a sua condição de intermediário entre culturas diferentes, a que eles viviam e a que viriam ser chamados a viver (25).

(25) Lucas, capítulo 2, versículo 46. (25) A mente superior do Mestre se manifesta desde a infância e Ele se destaca em meio às crianças de sua época. Ao dialogar com os doutores da Lei, nota-se que ele, já aos doze anos, se mostrava cônscio de conhecimentos que nem o=s doutores da Lei conseguiam vislumbrar.

Hoje vemos crianças transcenderem as de sua época e ficamos maravilhados com o pouco a mais que sabem, imaginem como se sentiram os doutores da Lei ao depararem com os conhecimentos e visões superiores que o Mestre, ainda menino, mostrava-lhes?

Iniciando a tarefa pública, na exteriorização de energias sublimes, encontramo-lo em Caná da Galileia, oferecendo notável demonstração de efeitos físicos, com ação a distância sobre a matéria, em transformando a água em vinho (26) A primeira demonstração pública dos fenômenos   produzidos por Jesus foi a transformação da água em vinho nas bodas de Caná.

Importante notar que Ele inicia a sua sagrada missão em um casamento. E o casamento é a época em marca uma transformação para a vida do casal (26).

Época, podemos dizer, que eles passam a gerenciar suas vidas, saem da custódia dos pais para viverem a nova fase existencial.

Assim, podemos entender que a humanidade começou a vivenciar uma nova fase da sua vida evolutiva. Passando a vivenciar de forma mais consciente suas atitudes e ter mais consciência de suas responsabilidades frente à Lei Maior.

Outra situação a ser observada é que nas terapias naturais usamos o vinho para fazermos as garrafadas mais eficazes.

Então, podemos pensar:

Que remédio o Mestre colocou naquele vinho?

Quem eram aqueles espíritos, encarnados e desencarnados, ali congregados na comemoração nupcial e o que ele usou para tratá-los?

Como passaram a agir após aquele dia?

O Mestre sempre aproveitava todas as oportunidades para dar uma lição maior, qual a que Ele empregou ali?

Certamente, que foi além de transformar a água em vinho, porque afinal, inexiste notícia de que Ele tenha voltado a fazer isto, que é bastante simples para Ele.

(26) João, capítulo 2, versículos 1 a 12. (26) Jesus começa a empregar a Sua mediunidade de efeitos físicos, ou a demonstração de Seu poder e conhecimentos acima dos humanos, em uma festa de casamento. Ou seja, em uma festa que marca o início de uma nova etapa de vida para duas pessoas que se amam.
A partir deste momento, aqueles que estão imbuídos dos verdadeiros sentimentos cristãos, começam uma nova etapa da existência, onde lhes é dado e cobrado novas responsabilidades, pois o homem passa a ter a responsabilidade de sustentar a família e a mulher passa ter que cuidar da casa, no conceito da época, eles deixam de viver sob o teto dos pais e passam a ter que gerenciar suas próprias vidas.Então, a partir deste momento, a humanidade terá de tomar consciência de seus atos e arcar com a responsabilidade de suas ações.Começa então um novo ciclo, o pós Cristo! Sendo esse o enviado de Deus para despertar a consciência dos homens!
Mas, o acontecimento não permanece circunscrito ao âmbito doméstico, porqüanto, evidenciando a extensão dos seus poderes, associados ao concurso dos mensageiros espirituais que, de ordinário, lhe obedeciam às ordens e sugestões, nós o encontramos, de outra feita, a multiplicar pães e peixes (27), Mas, o acontecimento deixa de ser circunscrito ao âmbito doméstico, pois continua o seu exaustivo trabalho de esclarecimento, demonstração de seus poderes psíquicos, abnegação e renúncia à causa do Pai. Tudo isso pela educação espiritual da humanidade.

Evidenciando a extensão dos seus poderes, associados ao concurso dos mensageiros espirituais que lhe obedeciam às ordens e sugestões, constituindo o seu exército de trabalhadores que viriam a constituir o suporte de sua missão, promove um de seus maiores feito de efeito físico ao multiplicar pães e peixes para a multidão faminta (27).

(27) João, capítulo 6, versículos 1 a 15. (27) A turba está sempre pronta a conclamar aos seus benfeitores, mas também está sempre suscetível de tomar alguma atitude grave que vem a prejudicá-los. Jesus, profundo conhecedor das fraquezas da psique humana, e ainda mais quando essa está presa ao julgo carnal, tão primitivo quanto ao daquela época e ainda hoje estamos, se afasta após a multiplicação dos pães.
A multiplicação dos pães, ainda hoje, é motivo de grandes debates por parte dos que inacreditam e dos que acreditam piamente no que leem.O certo é que Jesus possuía conhecimentos e poderes de manipulação da matéria que até os nossos dias de hoje ainda desconhecemos e, portanto, ainda ficamos sem compreendê-los.Assim como Moisés possuía um tipo de mediunidade que lhe conferia poderes sobre os elementais, possibilitando-o a produzir fenômenos inusitados que deixavam pasmas as pessoas ao seu redor, Jesus, o criador e administrador do Planeta podia fazer muito mais… e fez. Até se deixar imolar em uma cruz para nos oferecer a confiança irrestrita ao Pai e o maior exemplo de perdão que a humanidade já pode ter notícia.Toda a vida de Jesus foi um milagre de transformação das pessoas rudes e entorpecidas pelo ódio, mágoa e revolta em um ser humano melhor e mais compassivo e misericordioso. Isso se dava tanto com os que o acompanhavam, quanto com os que liam e ouviam sobre Ele, como hoje em dia.

Jesus, em todas as épocas, é e será, a pedra de toque de nossas vidas, pois, quanto mais nós evoluirmos, mais compreenderemos a nossa necessidade de evoluir e crescer para Deus. A perfeição é inalcançável, pois em cada etapa que tivermos vencido, veremos uma a ser vencida.

Perfeito só Deus o é!

no tope do monte, para saciar a fome da turba inquieta que lhe ouvia os ensinamentos, e a tranquilizar a Natureza em desvario (28), O mestre pôde saciar a fome de espírito e a fome do corpo com seus poderes transcendentais. Até hoje as pessoas ficam intrigadas com este fenômeno e os incrédulos se negam a creditar dando explicações materialistas, mas recentemente vimos Satia Sai Baba provocar fenômenos parecidos atraindo multidões.

Quanto a acalmar o mar e a tempestade, já é mais aceito e melhor compreendido pela maioria das pessoas. Portanto, se orássemos mais e fôssemos mais solidários, certamente, poderíamos evitar ou atenuar muitas catástrofes. Mas ainda temos muita incredulidade a vencer e tendências a purificar para chegarmos a produzirmos fenômenos de maior grandeza (28).

(28) Marcos, capítulo 4, versículos 35 a 41. (28) Como falamos antes, Ele tinha poderes e conhecimento que a humanidade, ainda hoje, desconhece. Portanto, podia fazer calar o vento e o mar.
quando os discípulos assustados lhe pedem socorro, diante da tormenta.
Ainda no campo da fenomenologia física ou metapsíquica objetiva, identificamo-lo em plena levitação, caminhando sobre as águas (29),
É exatamente diante das tormentas da vida que vamos recorrer a Deus para podermos vencer ou suportar uma adversidade. A dor ainda é necessária à evolução humana.

Imagino o espanto que foi para os apóstolos ver a cena de Jesus andando sobre as águas. Mas Jesus vai além. Chama Pedro para caminhar com Ele e repreende o apóstolo: – Porque duvidaste?

E esta pergunta ecoa em nossa consciência até hoje, nos momentos em que fraquejamos ou nos afundando, pois precisamos aprender a desenvolver o nosso potencial íntimo para termos fé em nós mesmos e em Deus para podermos alcançar o almejado, termos mais segurança e aprendermos a ouvir a nossa intuição (29).

(29) Marcos, capítulo 6, versículos 49 e 50. (29) Toda passagem da vida de Jesus é uma grande lição. Aqui o vemos “sozinho em Terra” enquanto os discípulos estavam em alto mar e corriam perigo, devido às tempestades.

Se as tempestades em terra firme já nos assustam, imaginem em alto mar, quando além dos ventos temos as ondas do mar?

Assim também é na vida.

Nós, os trabalhadores do Bem, estamos, vez por outra, fraquejando na fé e quando pedimos ajuda e aparece algum Espírito em nome do Senhor, desesperamo-nos e gritamos pensando ser um fantasma. Se o Mestre viesse em Espírito, logicamente, também gritaríamos, pois ainda estamos aprendendo a raciocinar que Deus e Seus emissários são Espíritos, embora, muitas vezes, utilizem-se de homens de Bem para nos ajudar.

Mas, Jesus, nesta passagem, mostra mais um de   Seus poderes e caminha sobre as água vencendo a força da gravidade. Feito este, conhecido no espiritismo como mediunidade de efeitos físicos. Com isso, Jesus deixou para o porvir uma inumerável gama de vivências e informações que exigirão de nós muito estudo transcendente e várias reencarnações para podermos apreender tudo que Ele fez e pode fazer por nós!

e em prodigiosa ocorrência de materialização ou ectoplasmia, quando se põe a conversar, diante dos aprendizes, com dois varões desencarnados que, positivamente, apareceram glorificados, a lhe falarem de acontecimentos próximos. (30) Estabelece uma reunião mediúnica de materialização luminosa mostrando que a comunicação com o Plano Espiritual é possível desmitificando-a e nos dando a noção de responsabilidade e selecionamento dos integrantes do evento, pois para alcançarmos um resultado positivo precisamos estar munidos e unidos dos mais puros ideais (30).
(30) Lucas, capítulo 9, versículos 28 a 32. (30) Aqui encontramos a transformação do Tabor, onde Jesus ora e produz a materialização de dois espíritos, Moisés e Elias.

Com isso podemos ver Jesus e o próprio Moises estabelecendo uma reunião mediúnica de materialização, mostrando que a proibição de Moisés ao intercâmbio com o Além, era para as comunicações forçadas visando um retorno financeiro. Alias o Ato dos Apóstolos está cheio de passagens que relatam fatos mediúnicos, das mais variadas classificações

Em Jerusalém, no templo, desaparece de chofre, desmaterializando-se, ante a espectação geral (31), Diante da turba ensandecida toma a melhor atitude que se fazia necessária, deixando intrigados os presentes, diante de algo que eles desconheciam.

Aqui nesta passagem as pessoas o procuram para prendê-lo, mas lhes foi impossível aprisioná-lo naquele momento. Ele “some” em meio à multidão, reaparecendo em outro ponto (31).

(31) João, capítulo 7, versículo 30. (31) Jesus possuidor de todas as classificações mediúnicas pôde usufruí-las em todos os momentos em que ela se fez necessária.
e, na mesma cidade, perante a multidão, produz-se a voz direta, em que bênçãos divinas lhe assinalam a rota. (32) E a maioria do povo ouviu o som de acordo com o que estava em sintonia, ou seja, cada um ouve a voz de Deus segundo o seu conteúdo interno, segundo a sua sintonia e o que se permite entender, ou o que é possível compreender (32).
(32) João, capítulo 12, versículos 28 a 30. (32) Mais um relato bíblico de um fenômeno mediúnico classificado como voz direta.
Em cada acontecimento, sentimo-lo a governar a matéria, dissociando-lhe os agentes e reintegrando-os à vontade, com a colaboração dos servidores espirituais que lhe assessoram o ministério de luz. A colaboração espiritual se faz necessária em muitas situações.

Aliás, é o que mais acontece em nossas vidas, pois a todo o momento estamos sendo influenciados por espíritos de todos os gêneros, de todos os tipos, de acordo com a nossa frequência mental, a qual define a nossa sintonia.

EFEITOS INTELECTUAIS — No capítulo dos efeitos intelectuais ou, se quisermos, nas provas da metapsíquica subjetiva, que reconhece a inteligência humana como possuidora de outras vias de conhecimento, além daquelas que se constituem dos sentidos normais, reconhecemos Jesus nos mais altos testemunhos.
A distância da sociedade hierosolimita, vaticina os sucessos amargos que culminariam com a sua morte na cruz (33).
EFEITOS INTELECTUAIS — Os efeitos intelectuais transcendentes ou, por outras palavras, nas provas da metapsíquica subjetiva, a que reconhece as multifuncionalidades da inteligência humana, pois é possuidora de outras vias de conhecimento, além daquelas que se constituem dos sentidos normais, reconhecemos em Jesus os mais altos testemunhos ou provas.

À distância da sociedade hierosolimita, prevê os aontecimentos dolorosos que culminariam com o seu sacrifício na cruz (33).

(33) Lucas, capítulo 18, versículos 31 a 34. (33) Nesta passagem, Jesus nos dá a demonstração da mediunidade premonitória, relatando todos os fatos que ocorreriam em futuro próximo.
Utilizando a clarividência que lhe era peculiar, antevê Simão Pedro cercado de personalidades inferiores da esfera extrafísica, e avisa-o quanto ao perigo que isso representa para a fraqueza do apóstolo (34). Utilizando a clarividência que lhe era peculiar, antevê Simão Pedro cercado de personalidades inferiores da esfera extrafísica, e avisa-o quanto ao perigo que isso representa para a fraqueza do apóstolo, deixando gravado em sua consciência que ele o negaria três vezes antes que o galo cantasse, pois isso daria mais vigilância nas ações futuras do valoroso apóstolo (34).
(34) Lucas, capítulo 22, versículos 31 a 34. (34) No momento em que os discípulos entram em contenda para saberem quem é o maior, ele nos moera que nos para sermos os maiores no reino de Deus temos que aprender a servir e a auxiliar uns aos outros.
Nas últimas instruções, ao pé dos amigos, confirmando a profunda lucidez que lhe caracterizava as apreciações percucientes, demonstra conhecer a perturbação consciencial de Judas (35), a despeito das dúvidas que a ponderação suscita entre os ouvintes. Ao pé dos amigos, Ele, conhecedor das fraquezas humanas, instruiu os discípulos quanto aos riscos que correriam no cumprimento da missão delegada a eles. Pois estariam inseridos em meio às turbas ensandecidas e ainda adormecidas para os valores transcendentais da vida, demonstrando a profunda lucidez que lhe caracterizava as apreciações percucientes, demonstra conhecer a fraqueza e as possibilidades de cada um, bem como a perturbação consciencial de Judas (35).
(35) João, capítulo 13, versículos 21 e 22. (35) Jesus, com toda a sua potencialidade espiritual consegue ver o nosso íntimo, perceber os nossos conflitos íntimos e definir o que podemos realizar.

Quanto mais conflito, mais desarmonia, portanto mais atos em desacordo com o amor e com as possibilidades de realização do verdadeiro Bem.

Nas preces de Getsêmani, aliando clarividência e clariaudiência, conversa com um mensageiro espiritual que o reconforta. (36) Ao escolher o monte do Getsêmani para o fortalecimento na oração vê e conversa com um mensageiro espiritual que o reconforta, intensificando suas orações (36).
(36) Lucas, capítulo 22, versículo 43. (36) Dando demonstração de que nenhum de nós estava desamparado, recebe o conforto de um emissário celeste que o vem confortá-lo.
MEDIUNIDADE CURATIVA — No que se refere aos poderes curativos, temo-los em Jesus nas mais altas afirmações de grandeza. Cercam-no doentes de variada expressão. Paralíticos   estendem-lhe membros mirrados, obtendo socorro. Cegos recuperam a visão. Ulcerados mostram-se limpos. Alienados mentais, notadamente obsidiados diversos, recobram equilíbrio. MEDIUNIDADE CURATIVA — No que se refere aos poderes curativos, temo-los em Jesus nas mais altas afirmações de grandeza, pureza e entendimento do que pode ser feito e do que é melhor não fazer.
Cercam-no doentes de variada expressão e recebem o de que se fazem jus.Paralíticos estendem-lhe membros mirrados.Cegos recuperam a visão.Ulcerados mostram-se limpos.

Alienados mentais, notadamente obsidiados diversos, recobram equilíbrio. Todos obtêm o socorro e a bênção da melhora. Mas é importante considerar, porém, que o Grande Benfeitor a todos convida para a valorização das próprias energias, e revejam os caminhos que, doravante, irão seguir.

É importante considerar, porém, que o Grande Benfeitor a todos convida para a valorização das próprias energias. Aliás, este é o convite essencial que o Grande Benfeitor a todos convida, primando pela valorização das próprias energias vibratórias, mantendo a sintonia superior com as forças do Bem.
Reajustando as células enfermas da mulher hemorroíssa, diz-lhe, convincente: — «Filha, tem bom ânimo! A tua fé te curou. » (37) Ao reajustar as células perispiríticas enfermas da mulher hemorroíssa, diz-lhe, convincente: — “Filha, tem bom ânimo! A tua fé te curou.” (37)

Mostrando que a força divina irá proporcionar maravilhas na alma de quem se abre para lhe receber os influxos renovadores.

A cada em segundo as suas possibilidades de receber e administrar!

(37) Mateus, capítulo 9, versículo 22. (37) A força da mediunidade curativa de Jesus é algo que confunde os incrédulos até hoje, pois até de suas vestes saia a virtude curativa, pois, ao ter a veste tocada pela mulher hemorroíssa, sente uma virtude sair de Si e pergunta quem o tocou (Mc 5:25 e Lc 8:43), deparando com uma mulher trêmula que confessa a sua atitude e os motivos que a levaram a tal ato.
Jesus a abençoa e conforta-lhe o espírito.
Logo após, tocando os olhos de dois cegos que lhe recorrem à caridade, exclama: — «Seja feito, segundo a vossa fé.» (38) Portanto, ao tocar os olhos de dois cegos que lhe recorrem à caridade, exclama: — “Seja feito, segundo a vossa fé.” (38)

Mas ao pedi-los discrição…, eles saem anunciando a todos.

Qual era o objetivo do Mestre? E qual era a disposição dos cegos?

Como Jesus os conhecia o íntimo sugeriu o que eles fariam ao inverso? Ou eles, após sentirem a possibilidade de enxergar, saíram tão felizes que nem ouviram a exortação do Mestre? O certo é que precisamos aprender a receber e a, principalmente, aprender a mudar nossa forma de sentir, pensar, falar e agir.

(38) Mateus, capítulo 9, versículo 29. (38) Jesus além de curá-los, exorta-os ao silêncio, mas eles saíram a propalar a todos que encontravam.
Não salienta a confiança por simples ingrediente de natureza mística, mas sim por recurso de ajustamento dos princípios mentais, na direção da cura. Salienta a confiança por principal ingrediente e recurso de ajustamento dos princípios mentais à sintonia com as forças do Bem que nos impele à melhoria holística, que redundará em cura.
E encarecendo o imperativo do pensamento reto para a harmonia do binômio mente-corpo, por várias vezes o   vemos impelir os sofredores aliviados à vida nobre, como no caso do paralítico de Betesda, que, devidamente refeito, ao reencontrá-lo no templo, dele ouviu a advertência inesquecível: — “Eis que já estás são. Não peques mais, para que te não suceda coisa pior.” (39) Para nos mostrar o imperativo do pensamento reto, ou seja, da necessidade de ajustarmos o nosso sentir, pensar, falar e agir em harmonia com o verdadeiro Bem, pois o binômio: corpos sutis e o corpo físico são interdependentes e, por várias vezes, o vemos impelir os sofredores aliviados à vida nobre.

Isso nos mostra a autenticidade dos postulados de Hahnemann, pois ele afirma que os adoecimentos físicos são derivados dos desequilíbrios mentoemocionais. Portanto, mais uma vez, vemos os postulados homeopáticos presentes na Bíblia e confirmando as suas verdades, como pode ser demonstrado na passagem em que Jesus, ao reencontrar o paralítico de Betesda devidamente refeito no templo, adverte-o de forma inesquecível: — “Eis que já estás são. Não peques mais, para que te não suceda coisa pior.” (39)

Todos os postulados homeopáticos são estruturados em leis naturais e as Leis Divinas são leis naturais, gravadas em nossa consciência e, portanto, podem ser comprovadas cientificamente se observarmos   os atos das pessoas e as suas consequências ao longo do tempo, ou observarmos os efeitos dos tratamentos que seguem os princípios hahnemannianos.

(39) João, capítulo 5, versículo 14. (39) Nesta passagem o pobre paralítico necessitava de uma ajuda para descer ao tanque em tempo hábil.
Jesus conhecendo suas necessidades pergunta-o se quer ficar curado, o que ele confirma e recebe as bênçãos do Mestre, ficando curado.
EVANGELHO E MEDIUNIDADE — A prática da mediunidade não está somente na passagem do Mestre entre os homens, junto dos quais, a cada hora, revela o seu intercâmbio constante com o Plano Superior, seja em colóquios com os emissários de alta estirpe, seja em se dirigindo aos aflitos desencarnados, no socorro aos obsessos do caminho, mas também na equipe dos companheiros, aos quais se apresenta em pessoa, depois da morte, ministrando instruções para o edifício do Evangelho nascente. EVANGELHO E MEDIUNIDADE — A prática da mediunidade está presente na passagem do Mestre entre os homens, junto dos quais, a cada hora, revela o seu intercâmbio constante com o Plano Superior, seja em colóquios com os grandes emissários da Espiritualidade Superior, seja em se dirigindo aos aflitos desencarnados, no socorro aos obsessos do caminho, mas também vamos encontrá-la na equipe dos companheiros, aos quais se apresenta em pessoa, depois da morte, ministrando instruções para o edifício do Evangelho nascente.
No dia de Pentecostes, vários fenômenos mediúnicos marcam a tarefa dos apóstolos, mesclando-se efeitos físicos e intelectuais na praça pública, a constituir-se a mediunidade, desde então, em viga mestra de todas as construções do Cristianismo, nos séculos subsequentes. Vemo-la no dia de Pentecostes, quando vários fenômenos mediúnicos marcam a tarefa dos apóstolos naquele dia. Quando ocorreu fenômenos efeitos físicos e intelectuais, de forma mesclada, em plena praça pública, a constituir-se a mediunidade, desde então, em viga mestra de todas as construções do Cristianismo, nos séculos subsequentes, pois as comunicações através da fala, das aparições, das materializações e outras formas de vidência, clarividência, clariaudiênca ocorriam fartamente conforme podemos ver nos Atos dos Apóstolos.
Em Jesus e em seus primitivos continuadores, porém, encontramo-la pura e espontânea, como deve ser, distante de particularismos inferiores, tanto quanto isenta de simonismo. Neles, mostram-se os valores mediúnicos a serviço da Religião Cósmica do Amor e da Sabedoria, na qual os regulamentos divinos, em todos os mundos, instituem a responsabilidade moral segundo o grau de conhecimento, situando-se, desse modo, a Justiça Perfeita, no íntimo de cada um, para que   se outorgue isso ou aquilo, a cada Espírito, de conformidade com as próprias obras. Em Jesus e em seus primeiros continuadores, ou   seja, os que lutaram para implantar o cristitanismo nascente, encontramo-la pura e espontânea, como deve ser, distante de particularismos inferiores e dos melindres, tanto quanto isenta de simonismo, pois era exercida com o mais puro sentimento de caridade e amor ao próximo.
Neles, mostram-se os valores mediúnicos a serviço da Religião Cósmica do Amor e da Sabedoria, na qual os regulamentos divinos estão sabiamente inseridos, como em todos os mundos, instituindo a responsabilidade moral segundo o grau de conhecimento pessoal do trabalhador, situando-se, desse modo, a Justiça Perfeita, no íntimo de cada um, para que se outorgue isso ou aquilo, a cada Espírito, de conformidade com as próprias obras e a necessidade de aprendizado.
O Evangelho, assim, não é o livro de um povo apenas, mas o Código de Princípios Morais do Universo, adaptável a todas as pátrias, a todas as comunidades, a todas as raças e a todas as criaturas, porque representa, acima de tudo, a carta de conduta para a ascensão da consciência à imortalidade, na revelação da qual Nosso Senhor Jesus-Cristo empregou a mediunidade sublime como agente de luz eterna, exaltando a vida e aniquilando a morte, abolindo o mal e glorificando o bem, a fim de que as leis humanas se purifiquem e se engrandeçam, se santifiquem e se elevem para a integração com as Leis de Deus.

Fim

O Evangelho, é mais que um livro que conta a história de um povo apenas, pois é um Código de Princípios Morais do Universo, adaptável a todas as pátrias, a todas as comunidades, a todas as raças e a todas as criaturas, porque representa, acima de tudo, a carta de conduta para a ascensão da consciência à imortalidade, na revelação da qual Nosso Senhor Jesus-Cristo empregou a mediunidade sublime como agente de luz eterna, exaltando a vida e aniquilando a morte, abolindo o mal e glorificando o Bem, a fim de que as leis humanas se purifiquem e se engrandeçam, se santifiquem e se elevem para a integração com as Leis de Deus.
Fim
XAVIER, Francisco Cândido e VIEIRA, Waldo (Espírito André Luiz). Mecanismo da Mediunidade. Cap. 26, “Jesus e mediunidade” Comentários escritos por Gelson.

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Do Livro Mecanismo da Mediunidade – Editora FEB.
www.editorafeb.com.br
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Jesus e mediunidade

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